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| Página Oficial da Junta de Freguesia de Pombal |
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| Ao Cardal |
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Ao Cardal encontramos amigos, trocamos dois dedos de conversa, olhamos a Vila, a Cidade que vai passando e crescendo em nós e ao nosso redor.
Este espaço é uma troca de palavras sobre Pombal, onde todos temos o nosso espaço, o nosso tempo, onde podemos partilhar o nosso Pombal.
Este é um espaço aberto a todos. Participe também!
Basta enviar um e-mail com o seu texto para secretario@freguesia-pombal.pt.
Alguns dizeres sobre Pombal
por Reinaldo Serrano
Pombal é terra de bom parecer. Afável, acolhedora, hospitaleira, gosta que se diga só bem dela. Sem vaidade, apegada ao trabalho e às suas coisas e tradições, tem percorrido o seu caminho desde tempos medievais até hoje, muito senhora do seu nariz, crescendo em todos os campos de actividade, preocupada com o seu futuro, concelho vastíssimo que se estende do mar atlântico à serra, de seu nome Sicó, e que, de burgo pacato passou à categoria de cidade, da cidade que os passantes dizem ser bonita, em crescendo promissor.
POMBAL aí está. Castelo de Gualdim Pais a dominar, altaneiro, uma panorâmica digna de cartaz turístico e que nos faz de cicerone pois, lá pelos baixos, vamos descortinando a Torre do Relógio Velho, a Capela de Santo Amaro, a Igreja Matriz – em cujo Arco Triunfal se rememoram as pazes feitas entre El-Rei D. Dinis e seu filho D. Afonso, mais tarde Afonso IV, e sob o censor olhar da Rainha Santa Isabel, esposa e mãe, obreira de ta evento. E lá nos aparece neste ecrã majestoso o nosso Convento de Santo António, transformado que foi em Quartel da Cavalaria e hoje sede da nossa Câmara Municipal, paredes-meias com a Igreja de Nossa Senhora do Cardal, Cardal que é a nossa sala de visitas. E, bem ali chegado, o Jardim Municipal onde o busto do nosso Marquês nele se destaca e onde poisam as pombas ciosas de tão importante figura. Há depois o Coreto e a Pérgula, a estação dos Caminhos de Ferro, a entrada da cidade que urge modificar, transformar, alindar limpando toda aquela imensa esterqueira que vai, cada dia que passa, a ser mais esterco e mais lixo. E, logo ali ao lado, o novo Hotel, envergonhado com tal vizinhança.
Sigamos agora a nossa vista para outra parcela do panorama: edifício da PSP, da Caixa Geral de Depósitos, dos Correios, do Tribunal Judicial, do Mercado Municipal, Hospital Distrital, Escolas Secundárias e de Conde Castelo Melhor e essa Avenida que, por aí além nos vai levar à Senhora de Belém. Mas não ficamos por aqui. Damos 180 graus e lá estão as duas Zonas Industriais, o Estádio Municipal, a Piscina, a zona pedonal para destressar.
Regressamos à Praça Marquês de Pombal onde se implanta a Igreja Matriz. De um lado, o velho Celeiro do Marquês, hoje Centro de Cultural da cidade. Em frente, o Museu Municipal, a antiga Cadeia que Sebastião José de Carvalho e Mello mandou construir. E é, nesta primeira olhada por Pombal, que vimos todo um casario, parte antiga a pedir algum restauro, modernos prédios e moradias a dar tom de modernidade, cidade no tal crescendo promissor. Governos, Vinagres, Flandes, Charneca a envolvê-la com naturais tendências a fazer parte integrante da cidade como se de bairros tratassem.
E vemos ainda, lá de cima do Monte dos Chões como em tempos idos se denominava o Monte do Castelo, o renovado Teatro-Cine de Pombal, cenário de bons momentos culturais e que, pelo que tem de cómodo, é digno do nosso elogio. E no Largo com o seu nome, a Biblioteca Municipal, importante esteio da Cultura, visita que se torna obrigatória e que faz parte do muito que há para ver e para conhecer mais de perto, mais interiormente.
O que aqui fica é parte de uma informação que queremos mais detalhada, que se pretende continuidade de um propósito a que começamos agora a dar a vida. Assim, para breve: o quotidiano pombalense; as datas que fizeram história e as que importantes se tornaram e tornam dado que são marcantes na vida do Burgo, da Vila, da Cidade; personalidades que ajudaram a fazer crescer esta terra – de todos os estratos sociais; a história das nossas Instituições quer culturais, recreativas ou desportivas, parte integrante daquele mesmo viver quotidiano.
Àqueles que passam por cá, aos que se demoram para uma pausada visita e que melhor nos querem conhecer e às nossas coisas, sempre dizemos que há quem seja seu cicerone-guia. E há os Serviços da Câmara sempre disponíveis para tal fim; a nossa satisfação primeira é que, quer uns quer outros, levem desta terra - e forçosamente das suas freguesias – a melhor impressão e que esta venha a resguardar-se no alfobre das suas recordações. POMBAL É TERRA DE BOM PARECER!
REINALDO SERRANO, 2006
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